terça-feira, 11 de setembro de 2007

Hoje, sinto-me em baixo. Acho que com a aproximação do fim da gravidez as dúvidas são mais que as certezas.
Aliás, a única certeza que tenho é que o filho que aí vem foi concebido com muito amor e muito, mas muito desejado. Fora isso, as dúvidas são imensas.
Estarei eu à altura de ser uma boa mãe. Estaremos nós preparados para a tarefa que é ser pais?! Será que vou conseguir fazer o meu filho feliz, manter o meu casamento feliz como tem sido até aqui?!
Tenho medo, muito medo mesmo. Pavor até, do que pode acontecer. Sei que isto deve ser tudo natural, que todas as mães o sentem, será que algum dia deixaram de o sentir?!
Hoje escrevi uma carta. Mais uma!
Há coisas que não consigo dizê-las com a voz, tenho que as gritar no papel. Porque serei assim?
Espero que o receptor dessa carta me entenda, que me compreenda e, acima de tudo saiba sossegar o pânico que sinto!
Ele, o receptor da carta, é a pessoa que mais amo neste mundo. A pessoa que jamais quero perder!

1 comentário:

Pedro disse...

espero q estejas a falar de mim loool

Amo-te muito meu amor.
Serei para sempre teu e estou certo que iremos ser uns bons pais. temos tudo para que isso seja possível.
Juntos vamos dar ao nosso moranguito uma boa vida e faze-lo muito feliz.

Es a minha vida, o meu mais que tudo. Tenho a certeza que vamos ser ainda mais felizes daqui pra frente.

Do teu guaxinim, um enorme beijão.

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